PASTOR OTONIEL PINHEIRO
REFLEXÕES PENSAMENTOS E NOTÍCIAS DO MINISTÉRIO VINDE
terça-feira, 22 de maio de 2012
VERDADES SOBRE O ABORTO
Verdades sobre o aborto
Leitura: Sl 139.1-16
1. Deus é o doador da vida.
É Deus quem a dá e somente Ele tem a autoridade de tirá-la
(1 Samuel 2.6; Zacarias 12.1; Atos 17.25,28). Deus instituiu o governo
humano com poderes para punir o culpado, mesmo com a morte, mas proíbe
a morte de um inocente Os seres humanos foram especificamente postos acima
de todas as plantas e todos os animais (Gênesis 1.28-29). Podemos matar e
comer animais, mas é expressamente proibido cometer homicídio (Gênesis 9.3-6).
2. A vida começa na fecundação
Há um grande debate sobre o momento em que o feto se transforma
numa pessoa. Alguns afirmam que é no momento em que o feto pode
viver fora do útero; outros, quando o cérebro passa a funcionar; outros,
quando o feto sente sensações, dor, etc; outros, quando ele se movimenta
ou tem a forma de uma pessoa; outros ainda, quando ele nasce. No entanto,
nem a independência, nem o funcionamento do cérebro, nem a ausência de sensações,
nem a movimentação ou forma humana definem uma pessoa e a defesa da vida humana a
partir da fecundação do óvulo possui tantos argumentos científicos quanto qualquer outra posição.Deus forma o espírito do homem no ato da fecundação. A diferença entre o óvulo
fecundado e um adulto é apenas o tempo e a nutrição! O óvulo fecundado tem um dia,
uma semana, três meses, quatro meses e o adulto tem 20 anos, 30 anos, 40 anos ou 50 anos.
O embrião é uma pessoa porque no seu desenvolvimento ele não pode se tornar outra
coisa a não ser pessoa. Nenhum corpo vivo pode tornar-se pessoa a não ser que já seja
pessoa. Ser e humanidade não estão em ordem crescente. Ser e humanidade são inatas.
Não são adquiridas. Ou seja, nenhum ser humano é mais humano do que outro. O que
difere é: o tempo e a nutrição. Por isso que o embrião é um ser humano. A Bíblia mostra
isso: João Batista foi cheio do Espírito Santo enquanto ainda se encontrava no ventre materno
(Lucas 1.15) e também reconheceu Jesus, já presente no ventre de Maria (Lucas 1.44).
Deus se relaciona com pessoas ainda não nascidas (Salmos 139.13-16; Jó 10.8,11; 31.15;
Jeremias 1.4-5; Gálatas 1.15, 16; Isaías 49.1,5). Deus não faz distinção entre vida em
potencial e vida real, nem distingue estágios de desenvolvimento do ser. Deus enxerga os
que ainda não nasceram e se encontram no ventre materno como pessoas.Tanto no Antigo
quanto no Novo Testamento, a Bíblia se utiliza das mesmas palavras para descrever os
ainda não nascidos, os bebês e as crianças. A palavra grega brephos é empregada com
freqüência para os recém-nascidos, para os bebês e para as crianças mais velhas (Lucas
1.41,44; 2.12,16; 18.15; 1 Pedro 2.2; Atos 7.19). A palavra hebraica yeled é usada normalmente
para se referir a filhos (ou seja, uma criança, um menino etc.). Mas, em Êxodo 21.22, é
utilizada para se referir a um filho no ventre. Em Gênesis 25.22 a palavra yeladim (filhos) é
usada para se referir aos filhos de Rebeca que se empurravam enquanto ainda no ventre
materno. Em Jó 3.3, Jó usa a palavra geber para descrever sua concepção: "Foi concebido
um homem! [literalmente, foi concebida uma criança homem]". Mas a palavra geber é um substantivo hebraico normalmente utilizado para traduzir a idéia de um "homem", um "macho"
ou ainda um "marido". Em Jó 3.11-16, Jó equipara a criança ainda não nascida ("crianças que
nunca viram a luz") com reis, conselheiros e príncipes.
A Bíblia condena o aborto
Conforme o texto de Êxodo 21.22-25, se um acidente promover um nascimento
prematuro - o verbo aqui usado não é o que tem o sentido de abortar (shakal), mas
o que tem o sentido de nascer (yasa) - e a criança sobreviver, a pessoa responsável
pelo acidente pagará uma indenização. Caso o bebe prematuro vier a morrer, a pena
será vida por vida. A razão é simples: Deus considera o feto humano como um ser
humano já nascido. Logo, o aborto é um homicídio segundo a Lei do Antigo Testamento.
O aborto quando acontece naturalmente ou acidentalmente não é crime. Quando
acontece de forma planejada e deliberada é crime pela Lei de Deus (Êxodo 23.7).
Questões apontadas pelos defensores do aborto
1. Caso de estupro e/ou incesto - Por mais horrível que fosse ficar grávida como
resultado de um estupro e/ou incesto, isto torna o assassinato de um bebê a resposta?
Dois erros não fazem um acerto. A criança resultante de estupro/incesto pode ser dada
para adoção por uma família amável incapaz de ter filhos por conta própria – ou a
criança pode ser criada pela mãe. Mais uma vez, o bebê não deve ser punido pelos
atos malignos do seu pai.
2. Quando a vida da mãe está em risco – 94% dos abortos realizados hoje em dia são
por razões diferentes da vida da mãe estar em risco. A vasta maioria das situações pode
ser qualificada como “Uma mulher e/ou seu parceiro decidindo que não querem o bebê
que eles conceberam”. Isto é um terrível mal. Mesmo nos outros 6%, onde há situações
mais difíceis, o aborto jamais deve ser a primeira opção. A vida de um ser humano no útero
é digna de todo o esforço necessário para permitir um processo de concepção completo.
Devemos lembrar também que Deus é um Deus de milagres. Ele pode preservar as
vidas de uma mãe e da sua criança, apesar de todos os indícios médicos contra isso.
Porém, no fim das contas, esta questão só pode ser resolvida entre o marido, a mulher
e Deus. Qualquer casal encarando esta situação extremamente difícil deve orar ao Senhor
pedindo sabedoria (Tiago 1.5) para saber o que Ele quer que eles façam.
3. Casos de deformação do feto – A lei já prevê este caso. Em primeiro lugar importa
notar que Deus criou o homem com características tais que, mesmo em condições à
primeira vista adversas, consegue sobreviver e adaptar-se. Por outro lado, quando essa vida e impossível, a morte vem por si própria. E mesmo que haja indícios seguros de que a criança
venha a nascer deficiente, será esse um motivo para matá-lo? (João 9.1-3). A morte nunca será a resposta para a vida. Se a previdência está com problemas devemos matar os idosos?
4. Para evitar que mulheres pobres tenham mais filhos – a solução para isto está no
planejamento familiar e não na morte de inocentes.
ALGUMAS OPERAÇÕES ABORTIVAS
1. Método Dilatação e Corte - método executado entre a 10ª e 12ª semana. O abortador
introduz uma faca curvada e afiada através da vagina, de forma a cortar o corpo do bebê
e a placenta. Por fim, raspa as paredes internas do útero. Um dos trabalhos a fazer depois é remontar o bebé, a fim de garantir que não ficou nada esquecido lá dentro do útero.
2. Aspiração - usado entre a 7ª e 12ª semana. O tubo de um aparelho de sucção
(semelhante aos aspiradores caseiros) é introduzido através do colo do útero. O bebê é desmembrado e
sugado para dentro de um frasco.
3. Envenenamento Por Solução Salina - é usado após as 13 semanas da gravidez. Com
uma agulha longa e afiada, que passa através do abdômen, injeta-se uma solução
concentrada de sal no líquido amniótico. O mecanismo que provoca a morte é um
envenenamento agudo que provoca vaso-dilatação, edema, congestão, hemorragias,
choque e morte. A solução também queima a pele, os pulmões, os olhos, e a criança,
ao nascer parece ter sido bombardeada com napalm. A morte é lenta e dolorosa. O útero
entra em trabalho de parto aproximadamente um dia mais tarde e expulsa o bebê. Um dos “problemas” deste método é que, por vezes, o bebê sobrevive.
4. Cesariana ou histerectomia - usa-se a partir do 7º mês. O bebê é tirado do útero
para ser morto, não para ser salvo. Na histerectomia o útero e o feto são removidos e
descartados em bloco.Além destes métodos, existe hoje a possibilidade de provocar o
aborto durante as primeiras semanas através de um fármaco (medicamento) especialmente receitado pelos médicos.
Os defensores do aborto alegam que a mulher tem o direito de decidir se vai ou não ter a
criança? Tem a mulher direito de escolher? Com toda certeza, desde o momento em que
a mulher tome essa decisão ou faça essa escolha no momento da relação sexual. Se a
mãe teve participação voluntária numa relação sexual que resultou em gravidez, não exerceu
sua liberdade de escolher e decidir?Não existe algo assim como liberdade de decisão sem
limites. A liberdade pessoal não pode violar os direitos de outra pessoa. Em outras palavras,
você tem a liberdade de mexer o braço, mas essa liberdade termina onde começa o meu nariz.
E o direito da mulher sobre seu corpo acaba onde começa o corpo do nenê. O fato de que
esse nenê que ainda não nasceu, não possa defender-se, não quer dizer que não tenha direitos.
Se toda mulher tem o direito sobre seu corpo - Ninguém juridicamente têm direito sobre seu
próprio corpo (suicídio, por exemplo, é crime!) e tampouco colocar em risco outras pessoas -
que dizer dos fetos femininos que são abortados? Infelizmente, o aborto é praticado geralmente
por mulheres que tiveram relações sexuais de maneira irresponsável. É um fato que 70% das mulheres que recorrem ao aborto não são casadas. O feto não é prolongamento do corpo da
mãe. Se a criança não estivesse protegida pela placenta o corpo da mulher o expulsava! Segundo: não é o feto, mas a mãe, que é passiva e dependente. É o feto que faz cessar o ciclo da mãe.
É ele que torna habitável o útero, desenvolvendo a cápsula protetora e o fluído amniótico. É o
feto, em última instância, que determina a hora do parto, e não a mãe. Feto não é como uma
unha, cabelos ou barba que podemos cortar, já que é um prolongamento do nosso corpo. O
feto possui olhos, coração, impressão digital, etc., diferentes da mãe! E mais: um óvulo
fecundado de um casal de negros transplantado para o útero de uma branca vai nascer
negro e vice-versa. Outra evidência da independência do óvulo fecundado é chamada “barriga
de aluguel”. Isso comprova a independência desse ser em gestação.O bebê em formação não
é um ser inerte, mas alguém que já luta para sobreviver. Pode-se ver isso no filme “O grito silencioso”, do Dr. Bernard Nathanson (procure no youtube). Um bebê de apenas 21 semanas
agarra o dedo do médico durante uma cirurgia intra-uterina.
.O aborto, mesmo realizado numa clínica, deixa muitas seqüelas, tanto físicas como psicológicas. Nos EUA, onde o aborto é permitido, as mulheres têm enormes seqüelas, como perfuração do útero, sangramentos, doença inflamatória pélvica e possível infertilidade decorrente, embolia pulmonar, depressão, psicose e suicídio (nove vezes mais propensas a suicídio do que outras mulheres).
E se você já fez um aborto?
Aborto é a morte espontânea ou provocada, do produto da
concepção dentro do ventre materno e antes do início do parto.
Os abortos espontâneos, ou seja, que surgem por efeitos naturais,
exteriores à vontade humana, são acidentes lamentáveis.
O problema maior está no aborto provocado.Atualmente no Brasil o aborto
é considerado crime, exceto nas situações: de estupro e de risco de vida materno.
Há a proposta de incluir uma terceira possibilidade quando da constatação
anomalias fetais.
A respeito deste assunto, podemos verificar o que diz a Bíblia:
1. Deus é o doador da vida.
É Deus quem a dá e somente Ele tem a autoridade de tirá-la
(1 Samuel 2.6; Zacarias 12.1; Atos 17.25,28). Deus instituiu o governo
humano com poderes para punir o culpado, mesmo com a morte, mas proíbe
a morte de um inocente Os seres humanos foram especificamente postos acima
de todas as plantas e todos os animais (Gênesis 1.28-29). Podemos matar e
comer animais, mas é expressamente proibido cometer homicídio (Gênesis 9.3-6).
2. A vida começa na fecundação
Há um grande debate sobre o momento em que o feto se transforma
numa pessoa. Alguns afirmam que é no momento em que o feto pode
viver fora do útero; outros, quando o cérebro passa a funcionar; outros,
quando o feto sente sensações, dor, etc; outros, quando ele se movimenta
ou tem a forma de uma pessoa; outros ainda, quando ele nasce. No entanto,
nem a independência, nem o funcionamento do cérebro, nem a ausência de sensações,
nem a movimentação ou forma humana definem uma pessoa e a defesa da vida humana a
partir da fecundação do óvulo possui tantos argumentos científicos quanto qualquer outra posição.Deus forma o espírito do homem no ato da fecundação. A diferença entre o óvulo
fecundado e um adulto é apenas o tempo e a nutrição! O óvulo fecundado tem um dia,
uma semana, três meses, quatro meses e o adulto tem 20 anos, 30 anos, 40 anos ou 50 anos.
O embrião é uma pessoa porque no seu desenvolvimento ele não pode se tornar outra
coisa a não ser pessoa. Nenhum corpo vivo pode tornar-se pessoa a não ser que já seja
pessoa. Ser e humanidade não estão em ordem crescente. Ser e humanidade são inatas.
Não são adquiridas. Ou seja, nenhum ser humano é mais humano do que outro. O que
difere é: o tempo e a nutrição. Por isso que o embrião é um ser humano. A Bíblia mostra
isso: João Batista foi cheio do Espírito Santo enquanto ainda se encontrava no ventre materno
(Lucas 1.15) e também reconheceu Jesus, já presente no ventre de Maria (Lucas 1.44).
Deus se relaciona com pessoas ainda não nascidas (Salmos 139.13-16; Jó 10.8,11; 31.15;
Jeremias 1.4-5; Gálatas 1.15, 16; Isaías 49.1,5). Deus não faz distinção entre vida em
potencial e vida real, nem distingue estágios de desenvolvimento do ser. Deus enxerga os
que ainda não nasceram e se encontram no ventre materno como pessoas.Tanto no Antigo
quanto no Novo Testamento, a Bíblia se utiliza das mesmas palavras para descrever os
ainda não nascidos, os bebês e as crianças. A palavra grega brephos é empregada com
freqüência para os recém-nascidos, para os bebês e para as crianças mais velhas (Lucas
1.41,44; 2.12,16; 18.15; 1 Pedro 2.2; Atos 7.19). A palavra hebraica yeled é usada normalmente
para se referir a filhos (ou seja, uma criança, um menino etc.). Mas, em Êxodo 21.22, é
utilizada para se referir a um filho no ventre. Em Gênesis 25.22 a palavra yeladim (filhos) é
usada para se referir aos filhos de Rebeca que se empurravam enquanto ainda no ventre
materno. Em Jó 3.3, Jó usa a palavra geber para descrever sua concepção: "Foi concebido
um homem! [literalmente, foi concebida uma criança homem]". Mas a palavra geber é um substantivo hebraico normalmente utilizado para traduzir a idéia de um "homem", um "macho"
ou ainda um "marido". Em Jó 3.11-16, Jó equipara a criança ainda não nascida ("crianças que
nunca viram a luz") com reis, conselheiros e príncipes.
A Bíblia condena o aborto
Conforme o texto de Êxodo 21.22-25, se um acidente promover um nascimento
prematuro - o verbo aqui usado não é o que tem o sentido de abortar (shakal), mas
o que tem o sentido de nascer (yasa) - e a criança sobreviver, a pessoa responsável
pelo acidente pagará uma indenização. Caso o bebe prematuro vier a morrer, a pena
será vida por vida. A razão é simples: Deus considera o feto humano como um ser
humano já nascido. Logo, o aborto é um homicídio segundo a Lei do Antigo Testamento.
O aborto quando acontece naturalmente ou acidentalmente não é crime. Quando
acontece de forma planejada e deliberada é crime pela Lei de Deus (Êxodo 23.7).
Questões apontadas pelos defensores do aborto
1. Caso de estupro e/ou incesto - Por mais horrível que fosse ficar grávida como
resultado de um estupro e/ou incesto, isto torna o assassinato de um bebê a resposta?
Dois erros não fazem um acerto. A criança resultante de estupro/incesto pode ser dada
para adoção por uma família amável incapaz de ter filhos por conta própria – ou a
criança pode ser criada pela mãe. Mais uma vez, o bebê não deve ser punido pelos
atos malignos do seu pai.
2. Quando a vida da mãe está em risco – 94% dos abortos realizados hoje em dia são
por razões diferentes da vida da mãe estar em risco. A vasta maioria das situações pode
ser qualificada como “Uma mulher e/ou seu parceiro decidindo que não querem o bebê
que eles conceberam”. Isto é um terrível mal. Mesmo nos outros 6%, onde há situações
mais difíceis, o aborto jamais deve ser a primeira opção. A vida de um ser humano no útero
é digna de todo o esforço necessário para permitir um processo de concepção completo.
Devemos lembrar também que Deus é um Deus de milagres. Ele pode preservar as
vidas de uma mãe e da sua criança, apesar de todos os indícios médicos contra isso.
Porém, no fim das contas, esta questão só pode ser resolvida entre o marido, a mulher
e Deus. Qualquer casal encarando esta situação extremamente difícil deve orar ao Senhor
pedindo sabedoria (Tiago 1.5) para saber o que Ele quer que eles façam.
3. Casos de deformação do feto – A lei já prevê este caso. Em primeiro lugar importa
notar que Deus criou o homem com características tais que, mesmo em condições à
primeira vista adversas, consegue sobreviver e adaptar-se. Por outro lado, quando essa vida e impossível, a morte vem por si própria. E mesmo que haja indícios seguros de que a criança
venha a nascer deficiente, será esse um motivo para matá-lo? (João 9.1-3). A morte nunca será a resposta para a vida. Se a previdência está com problemas devemos matar os idosos?
4. Para evitar que mulheres pobres tenham mais filhos – a solução para isto está no
planejamento familiar e não na morte de inocentes.
ALGUMAS OPERAÇÕES ABORTIVAS
1. Método Dilatação e Corte - método executado entre a 10ª e 12ª semana. O abortador
introduz uma faca curvada e afiada através da vagina, de forma a cortar o corpo do bebê
e a placenta. Por fim, raspa as paredes internas do útero. Um dos trabalhos a fazer depois é remontar o bebé, a fim de garantir que não ficou nada esquecido lá dentro do útero.
2. Aspiração - usado entre a 7ª e 12ª semana. O tubo de um aparelho de sucção
(semelhante aos aspiradores caseiros) é introduzido através do colo do útero. O bebê é desmembrado e
sugado para dentro de um frasco.
3. Envenenamento Por Solução Salina - é usado após as 13 semanas da gravidez. Com
uma agulha longa e afiada, que passa através do abdômen, injeta-se uma solução
concentrada de sal no líquido amniótico. O mecanismo que provoca a morte é um
envenenamento agudo que provoca vaso-dilatação, edema, congestão, hemorragias,
choque e morte. A solução também queima a pele, os pulmões, os olhos, e a criança,
ao nascer parece ter sido bombardeada com napalm. A morte é lenta e dolorosa. O útero
entra em trabalho de parto aproximadamente um dia mais tarde e expulsa o bebê. Um dos “problemas” deste método é que, por vezes, o bebê sobrevive.
4. Cesariana ou histerectomia - usa-se a partir do 7º mês. O bebê é tirado do útero
para ser morto, não para ser salvo. Na histerectomia o útero e o feto são removidos e
descartados em bloco.Além destes métodos, existe hoje a possibilidade de provocar o
aborto durante as primeiras semanas através de um fármaco (medicamento) especialmente receitado pelos médicos.
Os defensores do aborto alegam que a mulher tem o direito de decidir se vai ou não ter a
criança? Tem a mulher direito de escolher? Com toda certeza, desde o momento em que
a mulher tome essa decisão ou faça essa escolha no momento da relação sexual. Se a
mãe teve participação voluntária numa relação sexual que resultou em gravidez, não exerceu
sua liberdade de escolher e decidir?Não existe algo assim como liberdade de decisão sem
limites. A liberdade pessoal não pode violar os direitos de outra pessoa. Em outras palavras,
você tem a liberdade de mexer o braço, mas essa liberdade termina onde começa o meu nariz.
E o direito da mulher sobre seu corpo acaba onde começa o corpo do nenê. O fato de que
esse nenê que ainda não nasceu, não possa defender-se, não quer dizer que não tenha direitos.
Se toda mulher tem o direito sobre seu corpo - Ninguém juridicamente têm direito sobre seu
próprio corpo (suicídio, por exemplo, é crime!) e tampouco colocar em risco outras pessoas -
que dizer dos fetos femininos que são abortados? Infelizmente, o aborto é praticado geralmente
por mulheres que tiveram relações sexuais de maneira irresponsável. É um fato que 70% das mulheres que recorrem ao aborto não são casadas. O feto não é prolongamento do corpo da
mãe. Se a criança não estivesse protegida pela placenta o corpo da mulher o expulsava! Segundo: não é o feto, mas a mãe, que é passiva e dependente. É o feto que faz cessar o ciclo da mãe.
É ele que torna habitável o útero, desenvolvendo a cápsula protetora e o fluído amniótico. É o
feto, em última instância, que determina a hora do parto, e não a mãe. Feto não é como uma
unha, cabelos ou barba que podemos cortar, já que é um prolongamento do nosso corpo. O
feto possui olhos, coração, impressão digital, etc., diferentes da mãe! E mais: um óvulo
fecundado de um casal de negros transplantado para o útero de uma branca vai nascer
negro e vice-versa. Outra evidência da independência do óvulo fecundado é chamada “barriga
de aluguel”. Isso comprova a independência desse ser em gestação.O bebê em formação não
é um ser inerte, mas alguém que já luta para sobreviver. Pode-se ver isso no filme “O grito silencioso”, do Dr. Bernard Nathanson (procure no youtube). Um bebê de apenas 21 semanas
agarra o dedo do médico durante uma cirurgia intra-uterina.
.O aborto, mesmo realizado numa clínica, deixa muitas seqüelas, tanto físicas como psicológicas. Nos EUA, onde o aborto é permitido, as mulheres têm enormes seqüelas, como perfuração do útero, sangramentos, doença inflamatória pélvica e possível infertilidade decorrente, embolia pulmonar, depressão, psicose e suicídio (nove vezes mais propensas a suicídio do que outras mulheres).
E se você já fez um aborto?
Para aquelas que fizeram um aborto – o pecado do aborto não é menos perdoável do que qualquer outro pecado. Através da fé em Cristo, todos e quaisquer pecados podem ser perdoados (João 3.16; Romanos 8.1; Colossenses 1.14; 1 João 1.7,9). Uma mulher que fez um aborto, ou um homem que encorajou um aborto, ou mesmo um médico que realizou um – todos podem ser perdoados pela fé em Cristo.
A FÉ EM DEUS NOS LEVA A VITÓRIA
Fé em Deus!
Texto: Hb 11.1-34
Há somente duas atitudes possíveis para a vida neste mundo: a da fé e a da incredulidade.
Ou vemos nossa vida mediante a crença que temos em Deus, e as conclusões que daí
deduzimos, ou nossa perspectiva se baseia numa rejeição de Deus e das
negações correspondentes. Podemos “afastar-nos” do caminho da fé em Deus, ou viver
pela fé em
Deus. Conforme o homem crê assim ele é. A crença da pessoa determina seu procedimento.
Aqui está a grande linha divisória da vida, e todos nós nos encontramos num lado ou no outro
dessa linha. Sejam quais forem minhas opiniões políticas ou filosóficas, elas devem
ter este denominador comum: a minha vida é ou não baseada na fé.
Fé significa aceitar a Palavra de Deus do jeito que ela é e atuar de acordo com ela,
porque é a Palavra de Deus. Significa crer no que Deus diz simples e exclusivamente
porque ele o disse.
A fonte da Fé
A fé vem de Deus. Ele a concede como dom (Rm 12.3; 2 Pe 1.1) ou pela
comunicação da Sua Palavra (Rm 10.14,17; Jo 5.47; At 4.4), seja pregada ou escrita.
A fé não é isenta de evidências, mas baseia-se na melhor delas: a Palavra de Deus.
Outros meios de obter a fé são olhando para Jesus (Hb 12.2) e pela oração (Mc 9.24;
Lc 17.5; 22.32).
A necessidade de fé
Quem não tem Fé, não pode agradar a Deus (Hb 11.6). A falta de fé,
a incredulidade, é um grave pecado (Jo 16.9; Rm 14.23) e elemento restritivo da
ação de Deus (Mc 6.5,6).
Quem não tem fé, nada recebe em suas orações (Tg 1.6,7).
Quem não tem fé, não lhe aproveita a pregação (Hb 4.2).
Resultados da fé
Somos salvos (Ef 2.8; Rm 5.1)
Santificados (At 26.18)
Guardados (1 Pe 1.5; Rm 11.20)
Curados (Tg 5.15; At 14.9)
Temos paz (Rm 5.1; Is 26.3)
Temos vitória sobre o mundo (1 Jo 5.4)
Fé e obras
A fé leva às boas obras. Somos salvos independentemente das obras (Ef 2.8,9),
mas realizar boas obras (v10). Tiago enfatiza a demonstração de fé pelas obras
(Tg 2.17-26), enquanto Paulo apresenta as obras como conseqüência da fé
(Tt 1.16; 2.14; 3.8)
.
A fé não necessita de amuletos
A fé tem como objeto o próprio Deus e não necessita de “apoios”,
“pontos de contato”, etc. Paulo usou lenços e aventais para levar cura a algumas pessoas
(At 19.11,12), mas Cristo afirmou que os sinais dependem apenas da fé (Mc 16.17).
Apesar do fato que os homens são sempre tentados a tocar em algo para consolidar sua fé
(Mt 14.36; Mc 5.28), Cristo elogiou os que não tiveram os sentidos exercitados, mas creram
(Jo 20.29).
A fé não precisa de intermediários
A oração de qualquer pessoa que crê é ouvida por Deus, não apenas de pastores,
sacerdotes, etc (Rm 10.11,13). Todos os que crêem são sacerdotes de Deus
(Ap 1.6; 5.10).
A fé pode aumentar e decrescer
Há alguns que têm pequena fé (Mt 8.26; 14.31; 17.20; Lc 12.28) e grande fé (Mt 15.28).
Os discípulos pediram para ter a fé aumentada (Lc 17.5,6; Mc 9.24; Mt 17.19-21).
Cristo orou por Pedro para que a sua fé não desfalecesse (Lc 22.32).
A fé cresce quando é alimentada (2 Ts 1.3) e devemos manter-nos firmes nela
(1 Co 16.13; Cl 1.23; 2.5).
É preciso cuidado e perseverança, para não apostatar (1 Tm 1.19; 4.1) ou negar a fé
(1 Tm 5.8).
segunda-feira, 19 de julho de 2010
MINISTÉRIO VINDE EM MIGUEL COUTO

É PARA TODOS...
"Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e meu fardo é leve." Mt 11.28-29.
Na época de Jesus os religiosos, impediam o povo mais humilde ter acesso as Escrituras, e até mesmo adentrar nas sinagogas. Os enfermos, os oprimidos, os sobrecarregados ficavam de fora. Eram excluídos dos cultos e também não tinham acesso às revelações e ao conhecimento de Deus.
Os fariseus e Escribas criavam sempre critérios rígidos para se ter condições de adentrar no meio deles. É sempre assim. Quando não se conhece as leis, se desconhece os direitos.
Jesus detectou a necessidade da população. Ele viu o desejo do povo de ter acesso a Deus. As pessoas que estavam por ali, mendigavam um pouco de atenção. Elas queriam, desejavam, anelavam, mais por causa dos rudimentos humanos, eram impedidas de serem atendidas, pois as “portas” sempre estavam fechadas.
Quantas pessoas hoje em dia são oprimidas por sistemas e métodos humanos. Recebem tratamentos desumanos por pura arrogância ou preconceitos, ou até mesmo conceitos humanos, gerando confusão, prisão, dissensão, e desprezo.
O Evangelho de Jesus é o evangelho das portas abertas. É para todos. É o evangelho do acesso, do direito. É para todos, independentemente da classe social, cor e raça.
É o evangelho da transformação. Quando se vem a Ele, é vida nova. Abençoada e transformada pelo poder de Deus.
O Evangelho de Jesus Cristo é o evangelho da inclusão e da acessibilidade. Para Jesus não havia grupo privilegiados. Ele diz: “Vinde todos”. Não há fórmula secreta para chegar a Ele. Você não tem que pagar nada, você não tem que fazer nada. Tudo já foi feito por ele. É Jesus o próprio acesso para Deus. Por meio da sua graça, e do seu favor imerecido. A única coisa que é preciso fazer é: vir a Ele. E vir a Jesus significa aceitá-lo, se arrepender e se converter a Ele. Crer é o passaporte para a entrada no Reino espiritual que não faz acepção de pessoas. É para mim, para você, e para todos.
Pastor Otoniel Pinheiro
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